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eternuridade
Eternuridade, s.f. (do lat. aeternitate por aglutinação com do lat. ternu). Qualidade efémera do que é terno. O que há de eterno no transitório. Afecto muito longo; tristeza suave e demorada. textos e fotos: gouveiamonteiro(at)gmail(dot)com LIGAÇÕES
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24 de abril de 2007

Acho um pouco bom. Cansei de ser sexy.
.: Publicado por lgm @ 4/24/2007 - 0 Comentário(s)
23 de abril de 2007
Com o passar dos anos os sinais daquele afecto secreto, indesejável, começaram a refinar. Tudo tinha que ser feito de forma a que pudesse ser, das duas uma: negado ou invisível. Sempre foi assim, mas com o passar dos anos passou a ser mais. Começou a ser mais telepático. As mensagens eram os silêncios. Como as cifras e os códigos, na guerra. Os amigos e os médicos diziam que aquilo era tudo só na cabeça dele.
.: Publicado por lgm @ 4/23/2007 - 0 Comentário(s)
Quase dez palavras
A rapariga do trapézio desconfia da rede. Foge para a frente. No dia em que acreditar na rede os pés podem-lhe perder o respeito. O arame, o arame. Só o arame.
.: Publicado por lgm @ 4/23/2007 - 0 Comentário(s)
21 de abril de 2007
A rapariga do trapézio desconfia da rede.
.: Publicado por lgm @ 4/21/2007 - 0 Comentário(s)
19 de abril de 2007
.: Publicado por lgm @ 4/19/2007 - 2 Comentário(s)
17 de abril de 2007
Desta vez não é nem por preguiça que não escrevo. É porque não quero fazer nada que envorgonhe o post anterior, do meu pediatra. É tão bom, tão bom que até chateia. Vou ver se tenho fotos.
.: Publicado por lgm @ 4/17/2007 - 1 Comentário(s)
3 de abril de 2007
Rapazes, alguma reserva
post roubado ao meu pediatra, n'a natureza do mal

No início deste blog esforcei-me por dar alguns conselhos a uns rapazes. Eles não ouviram. Os rapazes lêem pouco, mais coisas técnicas ou de desporto. Os posts, modestos mas sinceros, foram ter a outros destinatários. Sem querer, dei informação excessiva a quem dela não necessitava. É sempre assim. Quase sempre. As mulheres da classe alta entopem as consultas chequeando maminhas e úteros e as necessitadas nem conhecem risco nem vacinas. Era costume, nas famílias, as raparigas receberem, das mães e das mulheres mais velhas, algumas instrução preparatória: sobre a linguagem, as maneiras, fingimentos. As meninas deviam disfarçar os sentimentos. A razão principal para isso acontecer é que nem todos os que nos rodeiam são escuteiros ou militantes da Ajuda de Berço. A segunda razão é que existe uma certa distância entre o que se diz e o que se quer dizer. A terceira é que nem sempre sabemos o que sentimos. Se as mulheres fossem transparentes os homens podiam ser todos autistas. Fingimos todos e as mulheres melhor, com mais elegância, mais sentido estético. Quando deixamos de o fazer somos patéticos. Internam-nos, medicam-nos, evitam-nos. Vem isto a propósito da educação sentimental. Ninguém deu aos rapazes os rudimentos da educação sentimental. Vejo-os muito desprotegidos. O que escrevi sobre Roberto aconteceu-lhe mesmo. E não foi a primeira vez que lhe aconteceu. Gosto mais de Violeta que de Roberto. Roberto nunca me lerá. Se alguma vez o fizesse queria dizer – lhe que as mulheres gostam de ser amadas com reserva.
.: Publicado por lgm @ 4/03/2007 - 2 Comentário(s)
2 de abril de 2007
Uma boa semana para todos
A Vó Lita também tem um blog.
.: Publicado por lgm @ 4/02/2007 - 0 Comentário(s)
1 de abril de 2007
A vida #3
Dança e chora.
.: Publicado por lgm @ 4/01/2007 - 0 Comentário(s)
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